PRINCIPAL

|In?cio do Portal

O que ? o Sa?des?

Como ser Colunista?
Anuncie Aqui!
Aviso Legal

Fale Conosco

BUSCAR

Mat?rias

Sites de Sa?des

Profissionais

CATEGORIAS

Cl?nicas

Laborat?rios

Hospitais

Vendas

Loca??o

Est?tica

Planos de Sa?de

Spa

Escolas

Cursos

Revistas

Livros

The popularity of Rolex replica watches uk new movement has finally come to Greenwich II this swiss replica watches year, and this new watch is still a red-blue “peer” that the watchmen have been looking forward to as the first replica watches Greenwich II ever used. The color of the circle, this re-launch is really exciting, and it has been used in the history of the five-bead chain and was used again in the new replica rolex Greenwich II.

 

Existem 104 Artigos em 14 Categorias
ARTIGOS» NOTÍCIAS » DETALHES
Planos investem em prevenção

Add: 23/8/2006

Jornal:Estado de São Paulo

De olho nos custos, planos investem em prevenção

Por economia, mais de cem operadoras de saúde já monitoram a saúde dos usuários - e eles saem ganhando

As operadoras de saúde começam a investir em prevenção no Brasil. De acordo com um balanço da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), pelo menos 5% delas têm ações práticas ou estão prestes a começar programas de prevenção, com rastreamento e monitoramento de doenças crônicas. O objetivo é reduzir custos com internações e cirurgias. Mas quem acaba ganhando é o consumidor - o maior investimento dos planos é no combate às doenças cardiovasculares (veja o quadro), as que mais matam no mundo.

A porcentagem de adesões a programas de prevenção pode parecer pequena, já que o País tem 2.090 planos. Mas não é. "Essas cem operadoras fazem parte dos dois grupos que, juntos, abocanham cerca de 60% dos usuários de planos", afirma Carlos Suslik, coordenador do MBA em Gestão de Saúde do Ibmec São Paulo. Trata-se de grupos de cooperativas médicas (empresas cujos donos são os próprios médicos) e operadores de medicina de grupo (que têm seus próprios hospitais e médicos).

O levantamento da ANS começou há um ano, quando a agência lançou um programa de incentivo à prevenção. A empresa que tivesse seu projeto aprovado teria uma vantagem financeira: o adiamento do prazo legal para criar uma reserva financeira.

Nem todos se beneficiariam com isso. Alguns tipos de planos já tinham esses fundos, como as seguradoras - aquelas que trabalham com sistema de reembolso. Outras não precisam ter, como as de autogestão, que oferecem seus próprios planos para os funcionários.

O número de planos com programas de prevenção começou a crescer há menos de dois anos - nos Estados Unidos, isso já ocorre há duas décadas. "Não há dúvidas de que é um bom negócio, mas a demora para o retorno financeiro ainda é um obstáculo", diz Ana Paula Cavalcante, coordenadora do programa da ANS.

Mas o que de fato está fazendo com que as operadoras apostem em prevenção é uma velha queixa delas próprias: o salto com gastos médico-hospitalares nos últimos anos. Hoje, a retirada de uma vesícula custa cerca de R$ 12 mil por causa da sofisticação do procedimento, feito por laparoscopia. Há dez anos, não sairia por mais de R$ 6 mil. Gastos com drogas quimioterápicas chegam a R$ 25 mil por mês. Há uma década, custavam R$ 8 mil.

CUSTO 30% MENOR

Nos Estados Unidos, a redução de despesas com prevenção em geral foi de 30%. No Brasil, a operadora Omint, que tem 77 mil dependentes da classe A, tem números melhores ainda. Há dois anos, a empresa criou um sistema de monitoramento da clientela. Com telefonemas e visitas, foram identificados 730 doentes crônicos - com cardiopatias, diabete e pressão alta. A partir de então, além das visitas periódicas de enfermeiras, dependendo da gravidade, a equipe passou a investigar se o paciente estava indo ao médico regularmente.

O resultado foi surpreendente. Antes de entrar no grupo de monitoramento, o número médio de internação de cada cliente era de dois por ano. "Hoje, não passa de 0,74", conta Roderick Wilson, diretor médico da Omint. A operadora passou também a investir em prevenção com o paciente grave. "Determinamos a escolha do hospital não de acordo com o preço, mas pela experiência com a doença", diz Wilson. "Quanto mais especializado, mais rápida é a alta." O tempo de internação nesses casos caiu à metade: até cinco dias.

A Amil, com 950 mil associados, identificou 90 mil deles em grupos de risco e monitora todos. Mantém ainda quatro centros de diagnóstico com foco em saúde cardiovascular e diabete, onde o paciente pode ser acompanhado de perto por uma equipe médica.

Em alguns casos, porém, os planos podem ter benefícios pagando por tratamentos em vez de investir em prevenção. O SUS é responsável por certos procedimentos de alta complexidade, os mais caros. Mas até isso vem mudando. "Antes da regulação, em 2000, os planos não precisavam pagar transplantes. Hoje, são obrigados a arcar com os de rim e córnea", diz Suslik, do Ibmec. "Mas muitos ainda empurram o paciente com HIV para serviços de referência gratuitos."

NA PONTA DO LÁPIS

60% foi o índice de redução de gastos com internações da Omint depois de investir em prevenção

33% dos planos de prevenção têm foco em doenças cardiovasculares. Em segundo lugar, programas materno e neonatal (26%)

40% foi o índice de queda no número de idas a prontos-socorros dos clientes da Amil depois de a operadora ter investido em prevenção

14% dos clientes da Amil com doenças crônicas têm pressão alta. 3% sofrem de alterações no metabolismo  

AVISO LEGAL

» As Matérias Não Substituem de forma Nenhuma a Consulta Médica.

» Não Oferecemos Nenhum tipo de Consulta Via Internet.

» Caso Esteja Tendo Algum Problema de Saúde, Procure um Especialista!

 

 

WWW.SAUDES.COM  "O Portal 100% Saúde".

Anuncie Fale Conosco Laboratórios Clínicas Planos de Saúde Aviso Legal
Todos os Direitos Reservados à WWW.SAUDES.COM
O Seu Portal da Saúde na Internet